“Bonito para chover”

“Bonito para chover”

Está bonito para chover!” Se você conhece essa expressão, parabéns, você é um piauiense raiz!

Enquanto a chuva é bem-vinda, ela traz consigo dores de cabeça decorrente de vazamentos em tubulações, empoçamentos, aquaplanagem, entre tantas outras situações complicadas.

Mas, dessa vez, focaremos nas edificações.

Vamos falar um pouco dos problemas mais comuns que aparecem nessa época do ano devido às chuvas na cidade de Teresa Cristina, nossa Teresina!

“Bonito para chover”

A maior parte da água das chuvas é captada pelo sistema de drenagem pluvial, ou pelo menos era para ser. Amigos leitores vocês conhecem esse famigerado sistema predial?

Os sistemas prediais são aqueles que formam as dinâmicas cotidianas das edificações. Eles esquematizam como cada parte das edificações vai funcionar. A grosso modo é isso. E o sistema de drenagem pluvial é um desses ditos cujos. Certo! Agora, meus caros leitores a pergunta que fica é:

O que de ruim pode acontecer se esse sistema for de arrasta pra cima? E se ele tiver falhas e defeitos? O que cargas d’água acontece? Bem… Literalmente vai chover mais dentro do que fora da edificação!

Podem acontecer vazamentos, percolações, manchas, aparecimento de bolor, mofo entre outras coisas. Vamos ver o que pode acontecer nas edificações. Fiquem ligados no nessa edição! Tem surpresa!

Termografia de milhões

Já imaginou tentar achar uma agulha em um palheiro? Agora pense na mesma missão… só que com um ímã na mão. Aí fica canja demais!“Bonito para chover”

Com vazamentos de água acontecem algo bem parecido: em meio às chuvas, procurar a origem do vazamento é praticamente um jogo de adivinhação. É por isso que os times de engenharia da Avaliarmercado usam câmeras térmicas para localizar, rastrear e comprovar vazamentos sem achismo!

Engenharia diagnóstica é incrivel! — e convenhamos, é muito da hora. Não acham?

Água e metal dão certo?

Para responder essa pergunta, usaremos as palavras de Michael Richard Kyle: Éééééé NÃO! Se você pegou a referência, parabéns, você tem mais de um quinto de século. ^^

Vamos ser sinceros: não é a água que “enferruja” o metal. A vilã da história é a oxidação — aquele romance tóxico entre o oxigênio e o ferro que termina em óxido de ferro, vulgo ferrugem!

Quando o ferro está bem acompanhado de outros átomos de ferro, ele forma uma estrutura cristalina firme e respeitável (a peça inteira, forte e confiante).

Mas quando oxida, essa estrutura se desfaz: os átomos se soltam, viram novas moléculas de óxido de ferro e pronto! — nasce um farelo alaranjado, quebradiço e nada solúvel em água. Sim, o ferro literalmente vira uma farofa!

Moral da história: manutenção preventiva e proteções como tintas antioxidantes não são frescura, são sobrevivência!

Quem ignora isso deixa a estrutura virar pó… com certificado técnico e tudo.

Chuva, vazamentos e oxidações

Pra fechar o caju, vamos juntar tudo o que já falamos sobre chuva, oxidação e vazamentos.

Um verdadeiro master combo de manifestações patológicas causadas pelo acúmulo de águas pluviais. Agora, um exemplo completo:

Quando o sistema de drenagem falha, surge o famoso empoçamento — a piscina que ninguém pediu!

Se a área for metálica, o metal oxida. Se for de concreto, aparece a percolação. Simples, direto e nada poético.

Juntas de dilatação também entram no drama: vazam, permitem a passagem da água e entregam o problema de bandeja.

Deus está na chuva! — ela traz vida e alegria a muitos. Mas, pra continuar sendo bênção e não castigo, alguém precisa fazer a própria parte. E nós estamos aqui para ajudar.

A Avaliarmercado atua no monitoramento dos sistemas prediais justamente pra garantir que a chuva continue sendo só chuva — e não uma fonte automática de dor de cabeça toda vez que o céu resolve ficar bonito pra chover.

 


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